Gosto de ti!!
Gosto de ti!
Costumam dizer?
Acabei de mandar cerca de 20 sms a fazê-lo…
Gosto de ti, gosto de ti e de ti. Gosto de ti e de ti. Gosto de ti!
(quando a distância ou a vida dificultam, as novas tecnologias dão uma ajuda…)
Gosto de ti!
Costumam dizer?
Acabei de mandar cerca de 20 sms a fazê-lo…
Gosto de ti, gosto de ti e de ti. Gosto de ti e de ti. Gosto de ti!
(quando a distância ou a vida dificultam, as novas tecnologias dão uma ajuda…)
É sabido o meu gosto pelo cansaço, pela fadiga ganha ao fim de um esforço.
Foram duas semanas a todo o gás, semanas em que, para combinar o que quer que fosse, tinha de olhar para a agenda e fazer contas à vida.
Foram 15 dias de trabalho…
Por entre o estímulo à leitura (metodologia da investigação em educação), passando pela filigrana do museu de arqueologia (história de portugal), indo até à mentira infantil (formação pessoal e social), dando 3 saltos em busca de um jogo de tamanhos, um de texturas e outro de sons (jogos e ocupação dos tempos livres) e acabando em dezenas de fichas e apontamentos de cartilha (metodologia joão de deus), houve de tudo…
É um cansaço bom!
Hoje, dei um salto à praia e amanhã tenciono dar outro. Estes dois últimos dias só são possíveis porque fui fiel à agenda (e o são pedro também ajudou, pois esteve quase sempre mau tempo). Apesar de na areia saltear entre o sono e os apontamentos de cartilha, é um final muito bom!!
Resta-me dizer que, para as meninas que se sentem cansadas e à beira de um ataque de nervos, o bom tempo chegou agora, e agora é que vamos ter tempo para o saborear!!
Adeus
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
infelizmente… é dedicado…
felizmente… há tanta vida pela frente!!
O tempo destrói tudo: montanhas, cidades, impérios. Faz com que os homens se
esqueçam do que viveram, do que pensaram, do que fizeram. Só as palavras resistem, quais Deuses, imortais, jóias eternas descidas dos Céus. E assim escrevo. Escrevo linhas e linhas, bebo este vinho tão precioso através da ponta fina da caneta que beija o papel.Escrevo para não esquecer, para aproveitar, para sonhar. Escrevo para sentir o que não senti, para viver os meus sonhos. E quando não resulta, apago as linhas e escrevo de novo.
Se por uma vez, uma única que seja, ler as palavras que desfilam lentamente diante dos meus olhos e as saborear como se fossem um grande fruto suculento que cresce no reino dos Deuses…
Ler, ler, descobrir, voar. Virar a página do papel macio, desvendar os mistérios que alguém passou para o papel. E quando leio, quando sonho o que outros imaginaram, o que outros viveram, quando me descubro a abrir as asas como um anjo e voar sobre as cenas narradas por outros…
Inveja. Admito-o. Tenho inveja daqueles que escrevem melhor. E é isso que me dá forças.
Hei-de escrever como eles, um dia. Em de continuar a pensar, a desejar, a tentar. Hei-de conseguir. Sim. Conseguirei, conseguirei passar para o papel qualquer coisa, construir um templo imenso com palavras sobre qualquer sentimento. Que vivam as memórias do que escrevi, que as minhas palavras sejam eternas. E se elas
forem brilhantes o suficiente para iluminarem alguém, para o encherem de vontade de ler e escrever, para lhe darem forças para tentar, então a minha alma viverá para sempre e eu continuarei a voar.
Ainda estou atordoada. Ainda sinto os músculos todos, até onde pensava não os ter.
Depois de cinco dias em Fajão e quatro no Pendão (bela rima, não?!) ficou pronto.
Investigámos e aferroámos.
Obrigado a nós pela dedicação e paciência…
Obrigado aos donos dos computadores…
Obrigado às boleias…
Obrigado aos donos das casas…
Obrigado às nossas fontes…
Obrigado ao Cerebrum e ao Symbicort
Gosto tanto de vocês, miúdas!!
É que é mesmo!
Há coisas que ficam… há coisas difíceis de esquecer… há gestos que ferem…
Tento apagá-los e substitui-los por sorrisos. Em breve será assim…
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