Friday, February 29, 2008

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Tuesday, February 26, 2008

Sarah Bettens

I’m Okay

Tropecei nela… não resisti…

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Monday, February 25, 2008

Abrindo os olhos descubro…

parte deste texto saiu no 44.º Cantil da Informação, jornal do Grupo 23… uma edição comemorativa do 40.º aniversário do grupo…

… fechando posso sonhar.

Se Baden Powell julgava que, depois de Brownsea, a sua ideia ia atravessar fronteiras e enraizar-se, não sei. Mas a distância entre o sonho e a realidade foi tal qual salto de duende e, se hoje tantos jovens se podem orgulhar do lenço que usam, é a ele que devem…
Os tempos eram outros. Eram outros em 1357 quando BP nasceu, em 1907 data do primeiro acampamento, eram outros em 1968 quando o grupo apareceu… Todos bem diferentes do tempo actual. Aliás, confesso-me a escrever este artigo deitada na cama com o computador ao colo… Tempos diferentes, não?!

 

Sempre me interessei em saber a história do grupo. Quem o tinha formado, onde, porquê. O que levava as pessoas a se identificarem tanto e a criar laços fortes. Aquando da minha insígnia de projecto, no Clan, escolhi fazer um DVD onde registava os 35 anos do grupo. Foi um modo de assinalar a data, de a festejar, de a relembrar enquanto herança histórica para quem por lá passou.

 

Há quarenta anos um grupo de amigos vindos do 2.º grupo de Lisboa, decidiu fundar o seu próprio grupo em Queluz. A eles agradecemos o acto de coragem e, se bem que os primeiros tempos em que reuniam nos Quatro Caminhos não tenham sido fáceis, o grupo foi ganhando elementos e adquirindo notoriedade, estando desde há muito no Beco dos Capuchos.

 

Tal como qualquer grupo, o 23 também criou a sua própria identidade. As pessoas foram-se moldando ao grupo e o grupo aos escoteiros que dele faziam parte.

 

A história do 23 confunde-se com a história das pessoas que por ele passaram. A minha é apenas mais uma…

 

Há 14 anos entrei para o 23 e desde aí toda a minha vida se desenrolou à sua volta. De uniforme vivi momentos indescritíveis e muitos deles difíceis de explicar ao mundo exterior. Gritei, lutei, falhei, conquistei. Venci e desisti. Chorei, ri, ignorei, deslumbrei. Cresci e amadureci. Acreditei e amei. Amei. Amo. Amarei.

 

Falar de escoteiros, falar de um grupo que nos moldou a vida e ao qual também dedicámos grande parte dela, é difícil. Apenas agradeço os anos que passei de bordeaux e amarelo. Agradeço as oportunidades, as experiências, as pessoas… Foi nos escoteiros que aprendi a olhar para tudo de modo diferente, que escolhi dedicar a minha vida à educação. Sobretudo, onde aprendi… a dedicar-me!

 

E porque tantas melodias ficaram, tantas notas soaram, tantas vozes se ouviram… Porque várias são as frases que recorrentemente me saltam à memória. Várias são as palavras que cantadas ou apenas lembradas, nos transportam a momentos diferentes. Por isso tudo aqui ficam algumas das frases que me irão sempre acompanhar. Porque somos sempre escoteiros. Porque serei sempre… escoteira.

 

 

Eu sou mexido, não paro de correr. Ainda estou para ver, onde me vou meter!
Muitas vezes mogli ajudou e mais vezes dele gostou. Baguera, a pantera, estou aqui! Mogli foi aceite porque um touro ofereci.

 

Eu já estou cansado de tanto eu me divertir. Balu, guarda o meu dormir.

 

É urgente estar atento, ver para onde corre a maré. Ver de onde sopra o vento, não vás tu perder o pé.

 

Ter coragem e conseguir os teus medos enfrentar. Ser leal ao que acreditas…

 

Sonhos, são apenas sonhos. Restos de sol e de luar. Deixa-me sonhar…

 

E assim o mar não chega para mim… E assim o caminho não terá um fim…

 

Abrindo os olhos descubro, fechando posso sonhar. Vejo um por do sol rubro e sonho um dia voltar. E faço um sorriso, uma lágrima cai, a alma fica mas o corpo vai.

 

 

Esta última é importante demais para serem meras frases fragmentadas. Esta diz tudo… Diz absolutamente tudo…

 

Quando a lua já brilha bem no alto da colina.
E a última gota de suor escorrega na neblina.
Um dia mais se passou e nada dele restou.
Lembro agora os momentos, alegrias e tormentos.
Somos cavaleiros do sol, somos guerreiros da paz e agora é tempo de eu descansar. Para amanhã, de novo batalhar.
Adormeço ao lado da fogueira que arde.
As minhas feridas saram e acalmam mais tarde.
Somos cavaleiros do sol, somos guerreiros da paz e agora é tempo de eu descansar. Para amanhã, de novo batalhar.

 

 

e… “porque o que ouviste e leste não é tão importante como o uso que disso irás fazer”… Boa caça!

 

Jo,
Panda dos 7ete Ofícios

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Laïs

Gosto muito destas senhoras! Infelizmente quase não há videos delas na internet…

Posted by jo at 13:19:57 | Permalink | No Comments »

Saturday, February 23, 2008

uma data


22 Fevereiro 1857

22 Fevereiro 1968

22 Fevereiro 2008

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Friday, February 22, 2008

o marcelinho perguntou e o marcelo respondeu…


Quando
sabemos estamos apaixonados?

Quando começamos a fazer disparates!!

diz que sim… diz que sim… ;)

Posted by jo at 22:58:45 | Permalink | Comments (2)

Wednesday, February 20, 2008

actualização

Em Leiria tenho, pela primeira vez, um estágio intensivo!
Um estágio em que se aprende, em que se arrisca, em que se trabalha…
Posted by jo at 19:58:27 | Permalink | No Comments »

Sunday, February 17, 2008

Prática Pedagógica IX

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o estágio será aqui…                                 a dormida aqui…

a companhia será a mesma dos últimos três!
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Saturday, February 16, 2008

9 crimes

fascinante…

esta também espero não dedicar a ninguém

Posted by jo at 22:43:35 | Permalink | No Comments »

Friday, February 15, 2008

primeiro dia

A casa deserta deixa antever um espírito de acalmia e resguardo. Na televisão, no sexta à noite, o Sérgio Godinho canta o Espectáculo. De súbito dá-me uma ânsia de ouvir algo… No gira-discos ponho um dos vinis mais antigos da minha vida. O seu nome é pano-cru, a música é o primeiro dia

alt : http://www.youtube.com/v/wV5k3zjSifI&rel=1

Esta música há-de ficar… sempre…
A principio é simples, anda-se sozinho
passa-se nas ruas bem devagarinho…

Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vazia
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.

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