adoro…
desta vez é o poço das sombras
mas já foi:
a espada de fortriu,
o espelho negro,
máscara da raposa,
a filha da profecia,
o filho das sombras,
todos de uma tal Juliet Marillier… uma tal que me consome de cada vez que a leio…
desta vez é o poço das sombras
mas já foi:
a espada de fortriu,
o espelho negro,
todos de uma tal Juliet Marillier… uma tal que me consome de cada vez que a leio…
Parto agora para o sítio que me vai vendo crescer.
Estarei por entre os montes, sentada nos penedos sentindo a brisa gelada. Estarei de olhos e coração postos na serra. Estarei à procura de mim. Estarei comigo e com os outros.
Na melodia do vento ou nas gotas de geada, estarei lá.
Sinto falta do abraço desta terra. Sinto falta deste lugar a que, estupidamente, fui adiando o regresso.

Prendas quase impossíveis de ter?
Algumas impossíveis, outras delirantes, outras improváveis… Aqui estão…
1. Um aquecedor permanente em mim. Daqueles que não precisa de ser ligado. Tal como aqueles óculos que se adequam à luminosidade, este aquecedor adapta-se à temperatura.
2. Milhas vitalícias, para dois, para quando quiser utilizar. Os acompanhantes vão mudando, mas posso já dizer as primeiras três viagens: Mãe ao Quénia, Pai à Escócia, Mano aos Estados Unidos (apenas e só para ver se vê de vez o Bruce). Depois, e sem companhia específica, temos: Irlanda, Noruega, Islândia, República Checa, Itália, Austrália, Nova Zelandia…
3. Uma moradia num raio de 500m da Estrelinha. Assim dá para acordar mais tarde, não ser esburrachada no comboio e no metro, almoçar em casa, e voltar cedinho ao lar.
4. Um carrinho bonitito e de menina. Assim do tipo Fiat Punto 4×4 ou um C3 pluriel. Com gasolina, seguros e selos de borla… Já que são prendas quase impossíveis, há que aproveitar
5. Um saltinho de gigante até Setembro de 2009, com curso feito e emprego confirmado. Isso é que era…
6. Um casa em Fajão, no cimo da vila, com vista para a serra, piscina e penedos… Grande, onde caiba meio mundo… Onde o calor venha da lareira…
7. Um Mac Pro
8. Um Mac Book Pro
9. O Moutinho, o Veloso, a Mariza… todos no meu jardim… (da casa da Estrelinha)
10. E por último, e porque dizem que os últimos são os primeiros… Um alguém. Um alguém que me encha o peito de calor, que me deixe a pulsação na mão. Um alguém que de manhã, me deixe a sorrir, e volte, mais tarde de peito aberto.
Durante o encontro, a Juventude Leonina não encenou cânticos de apoio a qualquer jogador. Apenas pelo… Sporting, tendo levantado uma tarja onde se lia “Não nos vendemos”. No final da partida, Moutinho e Veloso foram entregar camisolas ao topo da claque mais antiga do País e foi possível perceber que as mesmas tinham sido devolvidas.No entanto, Fernando Mendes, líder do grupo, garante que “ambas estão guardadas e na sede da Juve. Mas existiu um lapso: é que o equipamento de Veloso – aquele que poderia ser devolvido pela atitude frente ao Louletano – caíra no fosso, ao passo que o de Moutinho (elogiado no final pela claque) foi devolvido para a zona do relvado. Mas o capitão mostrou-se menos convencido: “Achámos que devíamos dar. Se não aceitaram… eles lá sabem o que fazem! Com atitudes destas começamos a ver as coisas de outra maneira…”
in RecordVi os dois aproximarem-se da bancada para entreguer as camisolas.
Comentei com o João que podia ser que aquilo acabasse com os confrontos, que era bom que assim fosse.
Vi a camisola do Moutinho passar de mão em mão até chegar novamente ao relvado.
Virada do avesso, amarrotada, suada… abandonada.Confesso que foi das imagens que mais me custou assistir até hoje no estádio.
Muito mais do que as derrotas ou os “jogos de matraquilhos”.Não gosto de fanatismos.
Não gosto de falta de tolerância.
Não gosto de falso “amor à camisola“.
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71 chávenas nesta casa…
21 chávenas em Fajão…
Esta contabilização tem em conta o facto de 3 se terem partido sem serem repostas!!


São por isso 92 chávenas!!
Com pires, sem pires (mas nunca com eles trocados), madeira, porcelana, vidro, brancas, pretas, coloridas, poéticas, modernistas, natalícias, outonais…
Grandes, pequenas, sobreviventes de acidentes!
Obrigado aos que oferecem e entendem a paixão
Directamente de Amsterdão… um postal!!!
gosto!!!!!
obrigado meninos
Procuram-se as meias, as mantas, o calor…
A Lareira é acessa…
Falta apenas a Maria… :/
Gosto muito, muito…
A árvore está feita (3 dias depois do suposto).
A árvore é do Ikea, as bolas encarnadas também…. tudo o resto foi feito pelas mãos da Diana West!
São pinhas, bolotas e argolas de cortinado.
Obrigado!!
