Wednesday, November 28, 2007

José Fanha

Hoje tivemos a visita do José Fanha.
Um prazer, uma ternura!
O tempo passou cavalgando e nele esvoaçavam sorrisos e olhares cumplices.
Adorei!

CANTIGA FELINA

Eu sou uma gata gatona gatinha
pequena ladina
feroz e feliz e felina.
Eu sou uma gata que come fanecas e figos
Feijão e favona e favinha
e….
comigo ninguém faz farinha!

Eu sou uma gata gatona gatinha
facira furtiva
fadista fiel e festiva.
Eu sou uma gata que foge da fúria do fogo
fanhosa felpuda fininha
e…
comigo ninguém faz farinha!

Eu sou uma gata gatona gatinha
uma bela figura
que fala que funga e que fura.
Eu sou uma gata que veste um fatinho forrado
com fita fivela e fitinha.
comigo ninguém faz farinha!

José Fanha

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Saturday, November 24, 2007

obrigado…

… ao João
… à Carlota
… à Pantana
…à Carolina
…à Margarida
…à Paula
… à Marlene
…ao Calvas
…à Rita
…ao Telmo
…ao Marco
… ao Miguel
…até à Sónia! (ainda que duvide que se lembre amanhã)

…ao bairro…

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Friday, November 23, 2007

Vinte e três…
A idade perfeita?
A idade maravilha?
‘Spetacle?
Só consigo sentir um aperto…
Não consigo…
Por favor, abram a mão que insiste em apertar o coração…
Quero… paz….

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Tuesday, November 20, 2007

Knojo! A Ciência Indiscreta do Corpo Humano

O que provoca o mau hálito? E o cheiro a suor? De onde vêm os barulhos estranhos que o estômago produz? De que são feitos os macacos do nariz?

A ciência está em todo o lado e procura a resposta para todas as perguntas… mesmo para estas!

Uma exposição repugnantemente fascinante sobre o teu corpo e tudo o que de mais desconcertante nele se passa.

Vem experimentar, cheirar e sentir.


DE 2 DE OUTUBRO DE 2007 A 24 DE AGOSTO DE 2008

Dia 24 de Novembro, é o Dia Nacional da Cultura Ciêntifica e a entrada no Pavilhão do Conhecimento é gratuita.
Eu vou, quem quiser fazer-nos companhia,
que se junte!

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duas sem três

Não há duas sem três e depois de tentar mudar do Di Casa….
o Capricciosa volta a estar “esgotado“.

Portanto…

e para variar…

será no Parque das Nações, mas… no Capricciosa!!!

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Sunday, November 18, 2007

Não dedico, partilho!

Embalam-nos na solidão, na melancolia. Transportam-nos até à mágoa mais profunda, abrem feridas aparentemente ignoradas.
Falam de separações, de despedidas, de lágrimas.
Ouvimo-las, vezes sem conta, estejamos tristes ou contentes.
Muitas são as vezes em que acabamos mesmo por ignorar a letra e apreciar apenas a melodia.
Como dizia ao mano no outro dia, estas não se podem dedicar a ninguém!!

One, U2 Did I disappoint you , or leave a bad taste in your mouth . You act like you never had love and you want me to go without  Well it’s…  Too late, tonight, to drag the past out into the light . We’re one, but we’re not the same. We get to carry each other

We could be happy, Snow Patrol  You could be happy and i won’t know but you weren’t happy the day I watched you go. And all the things that I wish I had not said, are played in loops till it’s madness in my head.

Wallpaper, The Gift ’cause even if you break my heart and even if you make things wrong, you will always be the one, you will always be my love.  Because your breath is still in me and you shape is still around and this shallow light won’t let me go

Fácil de Entender, The Gift Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor, não sei o que é sentir, se por falar falei. Pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor, que chega ao fim, um final assim, assim é mais fácil de entender

Se por acaso (me vires por aí), JP Simões Se por acaso me vires, por aí, disfarça, finge não ver. Diz que não pode ser. Diz que eu morri num acidente qualquer. Conta o quanto quiseste fazer, exalta a tua versão. Depois suspira e diz que esquecer é a tua profissão.

Ficar (Canção de Embalar), Margarida Pinto Ah se eu pudesse não partir eu ficava aqui contigo. Se eu pudesse não saber que há mais. Mas como pode a Lua não querer o céu? Como pode o Mar não querer o chão? Como pode a Vontade acalmar o desejo? Como posso eu ficar? Como posso eu ficar?

Chuva, Mariza dias que marcam a alma e a vida da gente e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer. A chuva molhava-me o rosto gelado e cansado. As ruas que a cidade tinha já eu percorrera.

9 Crimes, Damien Rice Leave me out with the waste, this is not what I do. It’s the wrong kind of place to be thinking of you. It’s the wrong time for somebody new. It’s a small crime and I’ve got no excuse.

Ne me quite pas, Edith Piaf

Ne me quitte pás. Il faut oublier tout peut s’oublier.

Boa sorte, Vanessa da Mata e Ben Harper É só isso, não tem mais jeito. Acabou, boa sorte. Não tenho o que dizer, são só palavras. E o que eu sinto não mudará.

Pequena Dor, Cabeças no Ar A tua pequena dor quase nem sequer te dói. É só um ligeiro ardor que não mata mas que mói. É uma dor pequenina quase como se não fosse. E como uma tangerina tem um sumo agridoce.


 

E porque na conversa não se falava apenas de músicas, este é um dos meus poemas preferidos…
Dorido…
Este já o dediquei…

Adeus, Eugénio de Andrade

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mão à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.

Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor…,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

Hoje não dedico. Apenas partilho…

Posted by jo at 13:12:11 | Permalink | No Comments »

Friday, November 16, 2007

Dia vinte e quatro…

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Em caso de dúvida, aqui está o croqui…
Posted by jo at 20:04:00 | Permalink | Comments (1) »

Wednesday, November 14, 2007

Oceano num frasco

Amanhã será dia de ver um oceano num frasco.
A segunda actividade experimental, a segunda aula de prática pedagógica da semana.


Trago o mar na minha pasta
Nesse dia de Maio, o Eduardo trazia um sorriso aberto. E, antes de se sentar na carteira, contou a novidade aos colegas:
- Trago o mar na minha pasta!
- Quê?
- Trago o mar na minha pasta!
- Quê?
- É verdade, eu tenho o mar na minha pasta. Está aqui dentro.
- O mar?!… – perguntou o professor.
- É verdade. Tenho o mar na minha pasta! Está aqui bem guardadinho.
- Então mostra!…
Fez-se um profundo silêncio na sala. E o Eduardo abriu a pasta com muitas demoras. Depois apareceu uma garrafa cheia de água.
- Está aqui! Isto é o mar!
E o Eduardo contou a todos que tinha feito uma excursão com os pais. Quando pararam em frente do mar, que ele via pela primeira vez, pegou numa garrafa e encheu-a com a água.
- E é mesmo salgada!
E, então, a garrafa andou de carteira em carteira, de mão em mão, de boca em boca. E era verdade o que o Eduardo dizia: aquela era a tal água salgada de que falavam os livros…
António Mota (adaptado)

 

já agora alguém que me explique como querem que as crianças aprendam a ser amigas do ambiente se fazem experiências com 2 litros de água raz… e como é suposto aprenderem que não podem mexer em produtos tóxicos se nós os levamos para a sala de aula!

update:: :D

Posted by jo at 16:54:00 | Permalink | No Comments »

#1

e quando o dia parece virado de pantanas
quando a energia parece ter fugido para parte incerta
quando…

vem o carteiro e tudo muda!!

sussurando vem com ele um sorriso!

Posted by jo at 16:48:28 | Permalink | No Comments »

Monday, November 12, 2007

Pesca magnética

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A Prática Pedagógica continua…
Amanhã será dia de pesca!

(chocos, salmões, tubarões martelo, etc.)

update :: o medo da primeira experiência era muito, mas tudo correu bem! Ficou a falar a água… a temática…

Posted by jo at 22:40:08 | Permalink | No Comments »