Saturday, November 12, 2005

Com.domínio

 

Felizmente as coisas mudam e seguem outros rumos. Faz parte da nossa própria evolução.

 

Sim, tenho saudades. Tenho saudades de vos ver entrar pela porta do sótão prontos para jogar, tenho saudades das noites até às tantas.

 

Saudades dos cafés, do tempo que tínhamos para nós.

 

Depois de ler isto arrependo-me profundamente de ter dito ao calvas que hoje não tinha tempo para ir ao cinema. Tempo!? É tão relativo…

 

As fotos continuam cá, de cada um de vocês. Os que não têm foto, têm a vossa marca nas paredes

 

Fosga-se, tenho saudades vossas!!!

 

De quando tudo era simples e não haviamais que fazer“. Quando só mostrávamos sorrisos e eram dos mais sinceros que tínhamos a dar.

 

Tenho saudades do Calvas, da Leri, do Zé. Da “coisa” e da Tânia . Do Manel. Tenho saudades da Filipa… Até do meu irmão, que o vejo todos os dias…

 

Acho que tenho saudades de mim

 

A pergunta torna-se pertinente: para quando um café?

 

Nota :: só escrevi aqui porque não me lembro da password do condomínio

Posted by jo in 01:35:41 | Permalink | Comments (2)

Tuesday, November 8, 2005

Conforto

Gosto do inverno!!!

Posted by jo in 22:55:15 | Permalink | No Comments »

Academia de Platão

 

 

Quando foi que deixámos de desejar as utopias? Quando foi que deixámos de acreditar?

 

Passados mais de dois mil anos, parece agora mais difícil fazer o que ele começou. Será que é? Ou será que achamos que dá muito trabalho!?

Posted by jo in 13:31:54 | Permalink | No Comments »

Saturday, November 5, 2005

5.Nov’05

Posted by jo in 21:16:30 | Permalink | Comments (5)

Friday, November 4, 2005

A Rosinha dos Limões

Como que a quebrar toda a correria matinal de chegar a Lisboa, é nas escadas rolantes do Rato que o vou encontrar. Com o seu ar conformado, característico de qualquer pedinte das ruas da capital, toca acordeão enquanto a multidão passa.

Não o oiço há já uma semana e a verdade é que sinto falta. É que enquanto subo as escadas rolantes já as suas notas quebram a agitação. Deixo-me levar pela sua música como se de um “bom dia” de sorriso rasgado se tratasse. Fico contente, momentaneamente feliz.

 

 

 

Quando ela passa, franzina e cheia de graça,

 

Há sempre um ar de chalaça, no seu olhar feiticeiro.

 

Lá vai catita, cada dia mais bonita,

 

E o seu vestido, de chita, tem sempre um ar domingueiro.

 

Passa ligeira, alegre e namoradeira,

 

E a sorrir, p’rá rua inteira, vai semeando ilusões.

 

Quando ela passa, vai vender limões à praça,

 

E até lhe chamam, por graça, a Rosinha dos limões.

 

 

Quando ela passa, apregoando os limões,
A sós, com os meus botões, no vão da minha janela
Fico pensando, que qualquer dia, por graça,
Vou comprar limões à praça e depois, caso com ela!

 

Letra e música: Artur Ribeiro

Posted by jo in 23:10:00 | Permalink | No Comments »