Porque é difícil explicar certas coisas e palavras que ficam por dizer, aqui vai
A ti, que sempre por cá estás. Que uso e abuso vezes sem conta, mas que amo profundamente
obrigado por escutares, por me abrires os olhos. Por me tirares de casa para cafés súbitos e jantares de novatos.
A ti, que comecei por não gostar. De quem me aproximei, desaproximei, aproximei, desapr
Por seres um companheiro de cinema, cafés, conversas, penedos, pores-do-sol. Por aceitares o meu pragmatismo.
A ti, a quem a distancia não se mede em km’s, e onde 600 podem ser transformados em 6. Pelos bons dias logo pela manhã, pelas obrigações que me dás a sorrir. Pelo amor aos miúdos, pela vontade, pela amizade.
E por fim, a ti. Que um dia deixou as gaivotas do cais, e as foi ouvir para mar alto. Pelos abraços
e porque um dia ainda te vou fazer a tal lista do livro de resoluções para o milénio
Obrigado
(Agora que volto à escola, e devia ficar mais perspicaz, pelo contrário
nem percebo os posts que os outros escrevem.)