adeus cave
Sabem quando acordamos e nos esticamos desde a ponta do dedo do pé até à unha da mão!? Quando respiramos bem fundo e sentimos os músculos todos? Quando sentimos as costas a esticarem? hmmmmmmm
Pois… adeus cave!!!
Yehhhh
Sabem quando acordamos e nos esticamos desde a ponta do dedo do pé até à unha da mão!? Quando respiramos bem fundo e sentimos os músculos todos? Quando sentimos as costas a esticarem? hmmmmmmm
Pois… adeus cave!!!
Yehhhh
Era aparentemente feliz. Com a sua energia de juventude já tinha dado a volta ao mundo aos 20 anos. Aventureiro, marinheiro, sonhador cresceu numa terra de pescadores.
E foi com todos os sonhos de um jovem que um dia se viu perante a mais dura das vidas.
Depois de ter dado um mergulho no mar e de ter partido o pescoço, viu-se condenado a uma cama durante 28 anos. Recusou-se a andar de cadeira de rodas por não querer “aceitar um grão do que representava a liberdade que já tinha tido”.
Deitado numa cama, passou o resto da vida a escrever, a escrever à morte.
Talvez assim pudesse explicar às pessoas porque queria terminar aquela vida “tão pouco digna”.
Muda-se da sua casa para uma casa perto do mar, e passo os últimos dias rodeado de amigos. Cada um, toma parte de apenas uma acção da sua morte, de maneira que nenhum possa ser acusado.
Uma amiga liga a câmara de vídeo para que possa ficar registado o momento em que ele, por vontade própria, bebe a solução que o ajuda a morrer.
Ramón Sampedro morre, depois de 30 anos passados numa cama, em perfeito uso das suas capacidades mentais.
Mar adentro… uma viagem pela morte, num hino à vida

Mar adentro, mar adentro,
y en la ingravidez del fondo,
donde se cumplen los sueños,
se juntan dos voluntades
para cumplir un deseo.
Un beso enciende la vida
con un relámpago y un trueno,
y en una metamorfosis
mi cuerpo no es ya mi cuerpo;
es como penetrar al centro del universo.
El abrazo más pueril,
y el más puro de los besos,
hasta vernos reducidos
en un único deseo.
Tu mirada y mi mirada
como un eco repitiendo, sin palabras:
más adentro, más adentro…
hasta el más allá del todo
por la sangre y por los huesos.
Pero me despierto siempre
y siempre quiero estar muerto,
para seguir con mi boca
enredada en tus cabellos.
Te quiero peke… Bo.
eu despedi o meu patrão
(zeca baleiro e capinan)
eu despedi o meu patrão
desde o meu primeiro emprego
trabalho eu não quero não
eu pago pelo meu sossego
ele roubava o que eu mais valia
e eu não gosto de ladrão
ninguém pode pagar nem pela vida mais vazia
eu despedi o meu patrão
ele roubava o que eu mais valia
e eu não gosto de ladrão
ninguém pode pagar nem pela vida mais vadia
eu despedi o meu patrão
não acredite no primeiro mundo
só acredite no seu próprio mundo
seu próprio mundo é o verdadeiro
não é o primeiro mundo não
seu próprio mundo é o verdadeiro
primeiro mundo então
mande embora mande embora agora
mande embora agora mande embora o seu patrão
ele não pode pagar o preço
que vale a tua pobre vida ó meu
ó meu irmão
Tropecei na música quando abri o iTunes. Como gosto do Zeca Baleiro… principalmente quando ele diz tudo o que eu quero dizer
Yehhhhhh
Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
Ou se desfaz em estilhaços de céu azul e magenta
E o meu olhar tem razões que o coração não frequenta
Por favor diz-me quem és tu, de novo?
Quando o teu cheiro me leva às esquinas do vislumbre
E toda a verdade em ti é coisa incerta e tão vasta
Quem sou eu para negar que a tua presença me arrasta?
Quem és tu, na imensidão do deslumbre?
As redes são passageiras, as arquitecturas da fuga
De toda a água que corre, de todo o vento que passa
Quando uma teia se rasga ergo à lua a minha taça
E vejo nascer no espelho mais uma ruga
Quando o tecto se escancara e se confunde com a lua
A apontar-me o caminho melhor do que qualquer estrela
Ninguém me faz duvidar que foste sempre a mais bela
Por favor, diz-me que és alguém, de novo?
Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
Ou se desfaz em estilhaços de céu azul e magenta
E o meu olhar tem razões que o coração não frequenta
Por favor diz-me quem és tu, de novo?
Há coisas na vida que eu não entendo. Não entendo, e espero nunca entender!
Estou incrivelmente, surpreendentemente, magnificamente farta!!
Irra, que inconveniencia!!!
E se agora vos disser que o título original é “Closer”?
Que é a versão para teatro do, agora passado ao cinema, “Perto demais” que vocês tanto gostaram!?
Depois de tudo isto a minha já publica opinião sobre o filme, só vem a ser reforçada! Como conseguem fazer um filme tão mau ao ponto de eu, nem há segunda vez, perceber que é tal história de que tanto gosto!?
Que má adaptação…
(vah, mandem lá vir comigo!!!!)
Estão fechadas as candidaturas a super mulher… por falta de candidatos…
Estão fechadas as candidaturas a super amigo… por, provavelmente, se ter encontrado um…
Ai a neura do sono… ai ai…
sinto-te longe, demasiado distante - como custa ler isto..
Como me senti de repente pequenina
Estou aqui onde sempre estive apenas com menos horas físicas para vocês
Talvez seja mesmo isto que eu preciso estar novamente com quem gosto, a fazer o que realmente gosto.
Até já
E assim se constroem histórias
Como quem leva a imaginação e o sonho a dar um passeio, percorremos caminhos de ilusão, visitamos terras perdidas.
Olho o mar e sinto o vento. O cheiro da brisa consome-me, abraça-me e agarra-me. Oiço o que ele tem para me dizer. Na realidade não sei bem porque aqui estou.
Hoje, resta-me estar. Apenas isso, estar sem perguntas, sem horários, sem gritos. Apenas o susurro do mar, das rochas e do vento.
Mas o cabo é pequeno demais para mim
Sigo caminho. Procuro outras estradas.
Se há setes na minha vida, que venham eles!!! Apanho o 257 e saio na próxima.
Se precisarem de mim, estou por ai algures entre ospenedos e uma próxima cidade europeia. Algures entre a ilusão de uma criança e o sonho de uma maternidade
de volta…
Quando quiserem visitar o antigo blog, força!!!